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A partir desta quarta-feira (21), visitantes das Unidades de Conservação estaduais não poderão mais entrar com utensílios ou garrafas de vidro. A restrição foi definida pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e passa a valer em todas as áreas protegidas sob gestão estadual.
A iniciativa busca aumentar a segurança do público, prevenir acidentes e minimizar impactos ambientais, especialmente em períodos de estiagem. Em condições de baixa umidade e vegetação seca, pedaços de vidro descartados de forma inadequada podem funcionar como lentes, concentrando a luz solar e elevando o risco de incêndios florestais.
Além do perigo de fogo, o vidro representa uma ameaça significativa à fauna silvestre. Fragmentos espalhados pelo solo podem causar ferimentos em animais e comprometer o equilíbrio dos ecossistemas. Para os visitantes, o risco também é elevado, sobretudo em trilhas e áreas de banho, onde a remoção de pequenos cacos é extremamente difícil e acidentes são frequentes.
Segundo o diretor-presidente do Iema, Mário Louzada, a medida é preventiva e depende da conscientização coletiva. Ele reforça que a colaboração dos frequentadores é essencial para manter as Unidades de Conservação seguras e preservadas. “Respeitar essa proibição é um passo importante para proteger a biodiversidade e garantir que todos possam aproveitar esses espaços com segurança”, afirma.
O Iema orienta que os visitantes optem por recipientes de materiais alternativos, como plástico reutilizável ou metal, contribuindo para a preservação ambiental e para uma experiência mais segura nas áreas naturais do Estado.

















